O jornalista da Folha de S. Paulo, que tem certeza absoluta de que entrou no coração do povo simples para criar um personagem pseudofilosófico chamado Voltaire de Souza, ataca de prosista contemporâneo de ficção. Não li seu livro. Na verdade, quem vem ao público dizer da recente publicação é Alcino Leite Neto, na Folha de S. Paulo, claro, desta terça-feira.
Lá pelas tantas, Leite Neto finaliza sua resenha dizendo algo que não define exatamente o gênero da empreitada, que não critica, só expõe a ferida autoral:
"Obra inclassificável, entre ensaio, ficção e memória, 'Patópolis' é um arriscado experimento literário, que não respeita regras, cânones e nem mesmo o leitor, cuja seriedade é desafiada o tempo todo pelo humor delirante do autor. O livro se constrói por meio de uma espécie de escrita automática, que vai liberando um enxame de reflexões, associações de ideias e citações."
Ou seja...
Nem todos podem saltar
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É preciso que eu hoje faça uma ressalva. Tenho dito que você deveria
libertar-se das amarras, saltar profundo e viver a vida. Acontece que isso
é uma propo...
Há um dia

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